Posts de outubro \31\UTC 2007

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It’s too late

quarta-feira, 31 outubro, 2007

Stayed in bed all morning just to pass the time
There’s something wrong here, there can be no denying
One of us is changing, or maybe we’ve stopped trying

And it’s too late, baby, now it’s too late
Though we really did try to make it
Something inside has died and I can’t hide
And I just can’t fake it

It used to be so easy living here with you
You were light and breezy and I knew just what to do
Now you look so unhappy, and I feel like a fool

And it’s too late, baby, now it’s too late
Though we really did try to make it
Something inside has died and I can’t hide
And I just can’t fake it

There’ll be good times again for me and you
But we just can’t stay together, don’t you feel it too
Still I’m glad for what we had, and how I once loved you

But it’s too late, baby, it’s too late
Though we really did try to make it
Something inside has died and I can’t hide
And I just can’t fake it

James Morrison

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O veneno do amor

quarta-feira, 17 outubro, 2007

Uns o valorizam, dizem que uma pitada não faz mal a ninguém. Outros o provocam numa tentativa frustrada de aumentar o ego, também tem os que o acham fundamental e falam que a falta dele é um sinal da inexistência de afeto na relação. Tento respeitar essas opiniões, mas a minha relação com o ciúme não é de extrema tolerância.
Segue a lenda de que escorpianos, como eu, são os mais ciumentos dos signos do zodíaco, com um acentuado sentimento de posse e dominação. Não acredito nessa descrição, pra mim o ciúme, assim como tantos outros sentimentos tormentosos, é o resultado da insegurança que temos diante das nossas próprias capacidades de conquista e a falta de amor próprio, isso acontece com qualquer um, independente da posição do sol ou da lua no dia do nascimento.
Admito que, algumas vezes, me vejo invadido pelo ciúme no começo de qualquer relação que acredito ser importante pra mim, mas até como uma forma de segurança, sempre me afasto do objeto causador dessa inquietação. Prefiro romper qualquer relação a ter de me afastar de mim mesmo, de interferir nesse equilíbrio gostoso que tenho, me sentindo pequeno e com uma estima baixa, por isso me sinto profundamente machucado e desrespeitado quando percebo a intenção de alguém em me causar ciúmes, o que tem ocorrido frequentemente.
Pra mim, a verdade, a troca de energias e a sensação de bem-estar na companhia do outro fazem parte do chamado ‘tempero do amor’, deixo toda loucura e passividade para os romancistas!

Miedo, Lenine e Julieta Venegas

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A arte de ser feliz

segunda-feira, 15 outubro, 2007

Houve um tempo em que minha janela se abria
sobre uma cidade que parecia ser feita de giz.
Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco.
Era uma época de estiagem, de terra esfarelada,
e o jardim parecia morto.
Mas todas as manhãs vinha um pobre com um balde,
e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas.
Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse.
E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.
Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor.
Outras vezes encontro nuvens espessas.
Avisto crianças que vão para a escola.
Pardais que pulam pelo muro.
Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais.
Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar.
Marimbondos que sempre me parecem personagens de Lope de Vega.
Ás vezes, um galo canta.
Às vezes, um avião passa.
Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino.
E eu me sinto completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas,
que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas, e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.

Cecília Meirelles

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Busca Vida

sexta-feira, 5 outubro, 2007
Tem acontecido coisas nesses últimos dias que tem me deixado um pouco pra baixo, na verdade bem mal mesmo…péssimo. Sei que vou superar, afinal, dizem que tudo é passageiro, não é ? Também sei que as lágrimas que hoje caem do meu rosto, um dia, serão a causa da minha alegria ao recordar das primeiras experiências que tive.
Vou sair pra ver o céu
Vou me perder entre as estrelas
Ver daonde nasce o sol
Como se guiam os cometas pelo espaço
E os meus passos
Nunca mais serão iguais
Se for mais veloz que a luz
Então escapo da tristeza
Deixo toda dor pra trás
Perdida num planeta abandonado
No espaço
E volto sem olhar pra trás
No escuro do céu
Mais longe que o sol
Perdido num planeta abandonado
No espaço
Ele ganhou dinheiro
Ele assinou contratos
E comprou um terno
Trocou o carro
E desaprendeu a caminhar no céu
E foi o princípio do fim
Se for mais veloz que a luz
Então escapo da tristeza
Deixo toda a dor pra trás
Perdida num planeta abandonado
No espaço
E volto sem olhar pra trás.

 

Não encontrei o clipe original da música, então fiquem com essa versão.

Busca Vida, Os Paralamas do Sucesso

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quinta-feira, 4 outubro, 2007

Mês de setembro: bem cansativo, pouco inspirador…
Ínicio de outubro: sem previsões.

No good for me, The Corrs

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