Posts com Tag ‘angústia’

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Busca Vida

sexta-feira, 5 outubro, 2007
Tem acontecido coisas nesses últimos dias que tem me deixado um pouco pra baixo, na verdade bem mal mesmo…péssimo. Sei que vou superar, afinal, dizem que tudo é passageiro, não é ? Também sei que as lágrimas que hoje caem do meu rosto, um dia, serão a causa da minha alegria ao recordar das primeiras experiências que tive.
Vou sair pra ver o céu
Vou me perder entre as estrelas
Ver daonde nasce o sol
Como se guiam os cometas pelo espaço
E os meus passos
Nunca mais serão iguais
Se for mais veloz que a luz
Então escapo da tristeza
Deixo toda dor pra trás
Perdida num planeta abandonado
No espaço
E volto sem olhar pra trás
No escuro do céu
Mais longe que o sol
Perdido num planeta abandonado
No espaço
Ele ganhou dinheiro
Ele assinou contratos
E comprou um terno
Trocou o carro
E desaprendeu a caminhar no céu
E foi o princípio do fim
Se for mais veloz que a luz
Então escapo da tristeza
Deixo toda a dor pra trás
Perdida num planeta abandonado
No espaço
E volto sem olhar pra trás.

 

Não encontrei o clipe original da música, então fiquem com essa versão.

Busca Vida, Os Paralamas do Sucesso

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"Não se pode ter paz evitando a vida"

terça-feira, 21 agosto, 2007


Acredito que essa tenha sido a frase mais tocante para muitos no filme As horas, de 2002. Me lembro de ver o Trailer pela primeira vez e pensar: “Não Nicole (Kidman), não me faça ter você como minha melhor atriz”, ela não o fez, mas tive uma ligação forte com a sua Virgina Woolf e, sinceramente, até a achei mais bonita e carismática no papel da escritora inglesa.
Com uma boa trilha sonora e excelentes interpretações, o filme tem um ritmo próprio e nos faz mergulhar em cada história dessas três mulheres presas a suas próprias angústias, tendo duas delas (Mrs Brown e Mrs Dalloway) escondidas debaixo de um cotidiano superficial.
Não vou sequer ousar em falar sobre o desempenho de Meryl Streep, a acho fantástica e foi a única no filme que não pôde proteger ou disfarçar sua intepretação através de roupas de época.
Alguns críticos torceram o nariz para Julianne Moore, dizendo que a atriz abusou das caretas para mostrar os verdadeiros sentimentos de sua personagem. Apesar de não ter sido a minha interpretação predileta, foi com Julianne que comecei a perceber a intenção do filme.
As Horas conta também com as participações de Ed Harris, Toni Colette, Jeff Daniels, Claire Danes, Stephen Dillane, Alisson Janney, John C. Reilly e Miranda Richardson e tem a direção de Sthephen Daldry, o mesmo de Billy Eliot (já comentado no meu antigo blog).
O filme provoca uma reflexão sobre a vida e nos últimos minutos dá o seu recado:

“…encarar a vida de frente…
encarar a vida sempre de frente
e conhecê-la como ela é.
Enfim, conhecê-la.
Amá-la pelo que ela é.
E depois…descartá-la.
(…)
Sempre os anos que foram nossos
Sempre os anos
Sempre…o amor
Sempre…as horas.”
The Hours, de Philip Glass
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Seres distintos

quarta-feira, 8 agosto, 2007

Vagando pelas ruas da cidade nessa quarta-feira, me peguei a observar cada pessoa que passava pela minha frente, suas cores, seus estilos, seus olhos, seus gestos…Confesso, gostei do que vi, naquele momento tudo parecia ser calmo, não havia distinção de ideais ou origens. Era tudo tão igual e ao mesmo tempo tão variado. Era real. Histórias se cruzavam, grifes se misturavam com roupas ordinárias…Não me lembro de vozes, estava tão inerte que mal pude percebê-las, apenas senti aquele momento que pareceu durar uma vida, pensei em tanta coisa…nem me recordo. Quem me dera se sempre fosse assim, se não me deixasse invadir por anseios e irritações, certamente viveria isso todos os dias.

Vilarejo, Marisa Monte

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terça-feira, 6 março, 2007

Olá,

em mais uma semana de introspecção estou analisando alguns valores, prioridades e metas, conclusão: nenhuma! Mas serviu para me deixar um pouco melhor, já que minha auto estima não está tão alta, talvez seja apenas um momento ruim, uma irritação passageira…segundo uma colega de trabalho pode ser uma “TPM” masculina, ela realmente acredita que homens também sofrem desse mal, se fosse dar ouvidos a uma outra colega logo pensaria ser a falta de sexo o motivo do meu desconforto emocional.

***

Dentre alguns valores analisados nesse momento de introspecção, andei pensando no verdadeiro sentido da honestidade. Acredito que é de suma importância sermos honestos com nós mesmos, mas e com os outros? Uma vez lendo um texto que analisava uma personagem de uma série americana, me indentifiquei com o seu perfil, ela usava de toda a sua honestidade com as pessoas para se livrar de um problema, e segundo o autor desse comentário, isso beirava ao egoísmo, já que ela ao menos se perguntava se tal atitude seria positiva para quem a recebesse. Gostei dessa questão levantada por ele, apesar de eu não ter chegado a resposta alguma.

Dreams, The Cranberries

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sexta-feira, 2 fevereiro, 2007

Olá,
resolvi mudar o visual do blog, pensei em algo que me fizesse lembrar da calma que tanto preciso e da liberdade que me faz tão bem (quando a sinto), talvez assim, com essa mudança, eu possa voltar a ter ou acrescentar novos valores, hábitos e atitudes em mim. Dessa forma poderei dar mais importância ao que eu escrevo aqui.

The Smiths – Bigmouth Strikes Again

A melhor banda dos anos 80 e a única que consegue me deixar de bom humor !!!

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I dont know what do with myself !

sexta-feira, 1 dezembro, 2006

Olá, estou de volta….com muita preguiça e cansaço.

Não adianta eu dizer que vou postar algo aqui sempre, mesmo porque falta tempo, estou sendo muito fiel a tudo que sinto e no caso é muuuuuuuuuita fadiga, minha vida se resume a uma única coisa, TRABALHO. Quando tenho um tempinho tento baixar umas músicas, das quais já estou enjoado de tanto escutar, fora isso faço o essencial na vida de alguém, como e durmo. Talvez eu tenha que fazer algo que nunca gostei, preparar detalhadamente a minha rotina, com horários, tarefas e lazer também!!!!
As vezes gosto de estar mergulhado no trabalho, mas no fim de algumas noites, me sinto angustiado, solitário…Sempre soube que somos sozinhos e sempre seremos (mesmo acompanhados) só que gostaria ao menos de ter um refúgio, mesmo se esse refúgio fosse uma outra pessoa!

música…Wisemen, James Blunt ! É o som dessa minha fase.

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